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sexta-feira, 4 de junho de 2010

Sol

Não sinto mais a ponta do meu nariz de tão gelado que ele está. Minhas extremidades estão roxas e vivem "adormecidas". Não tenho mais meu sol por perto pra me aquecer.. Pra me deixar corfortável. Perdi com ele a razão para enfrentar esse frio inesperado que está agora aqui em casa. Poderia me esconder embaixo de pilhas de cobertas, mas de nada adiantaria pois morreria ali sem poder sair. Sem poder sentir o calor do meu sol novamente.

Preciso dele para me manter quente. Para me manter viva. Com ele eu posso sair nas ruas arborizadas e iluminadas pelas luzes amarelas dos postes ao final da tarde e me sentir aquecida, mesmo tendo meus lábios cianóticos. Estranho, mas delicioso. Romântico, mas doloroso. Não queria ter que ficar longe desse meu sol que me guia todos os dias.

Queria poder ter os braços enormes e abraçar dando a volta no meu sol quentinho.
Quero meu sol de volta.
E quero logo..

terça-feira, 1 de junho de 2010

Primeiro

É difícil pra mim ter que voltar com um blog. Minha última experiência com esse tipo de diário não deu lá muitos resultados positivos, em vista que as pessoas tendem a ficar assustadas quando alguém resolve por a cara a tapa dizendo absolutamente TUDO o que lhe vem a mente. E quando eu digo que é difícil ter que voltar é exatamente por isso. E sinto falta desse diário prático. Tem certas coisas que eu não consigo desabafar com ninguém em especial, mas quando eu digo assim.. "abertamente", as coisas fluem. E fluem muito melhor do que eu mesma imagino.

Não, não é a minha intenção colocar neste blog coisas que nem meu espelho saberia (mentira, ele sabe de tudo!). Eu quero apenas expôr o que eu acho que deveria expôr (?). Quero dizer o que me der vontade de dizer, mas sem prejudicar ninguém. (??) Ok, tô sendo péssima tentando explicar o inexplicável, mas é isso. Medirei mais a minha língua. Mais, mas não sempre!

Beijo beijo.